Logística de Produção: História e Aplicação Atual

Logística de Produção - História e APlicação Atual

Define-se por logística de produção a etapa que implica no processo que visa disponibilizar uma oferta de determinados produtos ao mercado de uma forma geral. É quase que de senso comum afirmar que esse tipo de atividade surgiu nos tempos modernos, mas se fizermos uma análise mais profunda, perceberemos que as atividades logísticas existem a muito mais tempo do que se imagina.

Sua origem teve início na pré-história. Naquela época, o homem polia pedras com a finalidade de transformá-las em utensílios para o seu dia-a-dia, como facas e lanças. O processo passou por três fases: a produção artesanal, a industrialização e a fase atual, chamada de pós-industrialização.

No período atual, a logística de produção ganhou uma nova definição. De acordo com especialistas da área “[…] é a parte da logística que abrange todas as esferas internas da organização na conversão de matérias em produtos acabados, com a finalidade de otimizar ao máximo os recursos envolvidos, bem como reduzir os cursos o máximo possível.”.

A logística de produção é então, de forma resumida e clara, o processo de desenvolvimento de novos produtos e envolve os consumidores, os vendedores, os engenheiros de produção, os designers de produto e os empresários proprietários da empresa fabricante. Os sistemas de armazenagem também são de grande utilidade nesse procedimento, pois as peças para montagem de determinado produto ou até mesmo o próprio produto em fase de testes precisa ser armazenado e transportado de forma organizada, evitando desperdícios de tempo para encontrar tal peça ou transportar algum material.

Durante o processo, é importante que as empresas realizem um planejamento, que é dividido em quatro partes: planejamento de recursos de longo prazo, planejamento agregado de produção, planejamento mestre da produção e planejamento de materiais. Em todas as etapas, os sistemas de armazenagem têm uma função de bastante relevância.

Tornar os processos operacionais mais produtivos é o principal objetivo da logística de produção e, para isso, a atividade precisa cumprir seis objetivos secundários que são o alicerce para o cumprimento do principal. Para a empresa ser mais produtiva e, consequentemente, vender mais e ter mais lucro, é necessário trabalhar os seguintes aspectos:

– Custo Percebido pelo Cliente: a empresa precisa entender como o cliente enxerga seu preço. Trabalhar com clareza pode ser uma forma para que o cliente entenda os custos com transporte, material, estoque, manutenção e outros, que são embutidos no preço final;

– Velocidade de Entrega: quem adquire um produto, certamente quer ter ele em mãos o mais breve possível e, nesse caso, os sistemas de armazenagem podem contribuir muito para executar essa tarefa, pois se as peças ou até mesmo o produto completo estiver armazenado de forma organizada, irá ser localizado com facilidade e separado facilmente para logo partir para entrega;

– Confiabilidade das Entregas: a empresa deve cumprir seu prazo de entrega prometido para que o cliente volte a comprar em outras oportunidades. Essa ação complementa a anteriormente explicada;

– Flexibilidade de Saídas: caracteriza a maior ou menor capacidade de se mudar o que é produzido. Tais mudanças podem referir-se à linha de produtos, ao mix de produtos, ao volume agregado produzido ou às datas de entrega;

– Qualidade dos Produtos: o produto bem armazenado tem mais qualidade que os demais, pois como é estocado de forma organizada, evitam-se os riscos, arranhões e outros danos;

– Serviço Prestado ao Cliente: essa etapa, embora não pareça, também está ligada à produção. Os engenheiros devem prestar esclarecimentos aos responsáveis pelo pós-vendas ou atendimento ao cliente para que assim se possam ser solucionadas dúvidas técnicas em qualquer eventualidade.

Vimos portando quanto é importante o uso de sistemas de armazenagem também no tipo de logística abordado. As metodologias aplicadas hoje em dia evoluíram muito no decorrer dos tempos e estão cada vez mais abrangentes e cabe as empresas se adequarem a elas para que não fiquem para trás.

Fontes: Ebah e Sandro Souza

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *